Proposta de ensino híbrido encanta famílias pela maior proximidade com a escola

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Movimento Movimento Escola Híbrida surpreende pais de estudantes. “É a inovação em cima da inovação”, comemora Cristiane Ribeiro, mãe da menina Laiz, que sonha ser veterinária.scola Híbrida surpreende pais de estudantes. “É a inovação em cima da inovação”, comemora Cristiane Ribeiro, mãe da menina Laiz, que sonha ser veterinária.

  Cristiane e a filha Laiz. Para a mãe, Movimento Escola Híbrida exige mais comprometimento e aproxima mais família e escola. 

A decisão da Integra de colocar em ação o Movimento Escola Híbrida está surpreendendo os pais positivamente. Fruto de planejamento intenso que reuniu diferentes especialistas em educação e gestão, durante três meses, a proposta aproxima ainda mais a escola das famílias e vice-versa. Diferente do ensino remoto emergencial que caracterizou o ano letivo de 2020, o ensino híbrido é uma metodologia planejada e concebida para favorecer o processo de aprendizagem. 

Ele concilia atividades que estimulam o protagonismo do estudante, por meio de experiências individuais, ou seja, sem a presença do educador, com outras atividades mais complexas que só geram resultado pela interação com o coletivo. Nestas últimas, a presença do educador em tempo real com os estudantes é indispensável, porque ele atua como mediador do processo de aprendizagem.

Mãe da aluna Laiz Ribeiro, Cristiane Junqueira Ribeiro é um dos exemplos de pais que se surpreenderam com a novidade implantada pela Integra em 2021.

“No primeiro momento fiquei surpresa, porque achei que o modelo de 2020 já havia sido muito bom e estava satisfeita. Não esperava inovação em cima da inovação. Acho que vai exigir comprometimento ainda maior de todos e nos aproximar muito mais”, conta Cristiane.

Em processo de alfabetização, Laiz experimenta os benefícios da visão integral na educação. 

Alfabetização exige maior interação 

Crianças em processo de alfabetização exigem um nível de interação maior com a escola. Por isso, a Integra vai oferecer atendimento individualizado com o professor, além da visita de uma assistente bilíngue à casa da família, duas vezes por semana.  A assistente fará atividades que podem ser diagnósticas, de recuperação ou de revisão com a criança e, ainda, esclarecer dúvida dos familiares. 

Às sextas-feiras, a Integra fornece em meio impresso e digital o portfólio de atividades futuras, para que a família se organize e programe sua semana. Para realizar as tarefas, as crianças receberão um dispositivo já formatado com plataforma específica que viabiliza o aprendizado de maneira individual e coletiva, por meio de metodologias ativas.

“Em 2020, tive muita dificuldade, porque não sabia ensinar e tive que virar professora de alfabetização. Com a gente tendo que buscar atividade na escola e a assistente vindo acertar as arestas em casa, a lacuna pelo fato de eu não ser professora será preenchida. Será muito sucesso”, comenta Cristiane, bastante confiante no processo do ensino híbrido.

Mãe do estudante Tiago Fagundes, Nívia Maria Caetano Fagundes observa que a proposta da INTEGRA também a surpreendeu.

 “Foi muito bom ouvir sobre o Movimento Escola Híbrida. Vejo que, dentro desta proposta, todos estavam muito atentos a nós, pais, e às dificuldades que tivemos em 2020. Uma coisa é a gente passar para os professores como tem sido a experiência em casa. Outra é estar em contato direto. A particularidade afina a necessidade de cada criança”, observa Nívia.


Saulo e Nívia destacam o crescimento e o desenvolvimento emocional do filho Tiago com a proposta da INTEGRA, mesmo a distância.

Atitude dos professores faz a diferença

“A Integra não é uma escola preocupada só com o conteúdo. Ela dá uma importância forte para a parte humana. As crianças precisam estar preparadas para as mudanças que estão acontecendo no mundo com frequência. Hoje, no trabalho, vejo pessoas com formação totalmente diferente a isso, tendo que se adaptar, porque aquela formação tradicional não funciona mais. E a gente percebeu que, ao longo do ano, a escola conseguiu colocar tudo o que prega de educação integral em prática, mesmo com o desafio de estar a distância”. 

A constatação é do pai do aluno Tiago Fagundes, Saulo de Azevedo Fagundes. Satisfeito com a atenção e o comprometimento que a Integra ofereceu às famílias em um período de incertezas com a pandemia, quando a escola também estava iniciando suas atividades, Saulo destaca que a surpresa boa foi constatar o preparo dos professores.

“A proposta da escola é nova ao que se via em Juiz de Fora. Ao longo do ano, a gente percebeu que os professores entenderam a proposta da educação integral pela capacidade de adaptação à novidade. Foram muito atenciosos. Olharam a família como um todo, sem querer que a gente se adaptasse com algo pronto. Mantiveram uma linha em que todos participavam das discussões”, explica o pai do Tiago.


Tiago optou por fazer as provas na opção online para não desperdiçar recursos naturais na fabricação do papel. 

Educação integral é a que faz sentido

A proposta da educação integral foi uma novidade para a mãe da menina Laiz Ribeiro que sonha ser veterinária quando crescer. Atraída inicialmente pelo horário de funcionamento da INTEGRA das 8h às 16h, Cristiane Junqueira Ribeiro explica que ao procurar a escola teve uma aula sobre o assunto e compreendeu que a criança é um todo.

“Ela é física, é conhecimento, é espiritualidade. É um ser humano completo. Não é porque vem pequenininho que não seja. Isso trouxe uma luz para outra questão que eu tinha. Por que os jovens hoje não estão tendo tanto sucesso quanto os adultos? Percebi que a origem pode estar no fato do indivíduo não ser reconhecido como integral desde a infância até a faculdade. A gente compartimentaliza o saber em inglês, português, ciências, matemática, humanidades… e esquece do resto”, observa Cristiane, satisfeita por encontrar uma escola que tem uma visão integral da filha, sobretudo em relação aos aspectos socioemocionais.

Entusiasta da INTEGRA, a mãe do Tiago, Nívia Fagundes destaca os vários aspectos da educação integral que levaram o filho a um desenvolvimento emocional bastante interessante, mesmo com o isolamento social. 

“Mesmo com as aulas não presenciais, o crescimento e o desenvolvimento emocional dele foram perceptíveis. Aprendeu a falar o que sente mais claramente e começou a pensar no mundo. Isso marcou bastante. Na última bateria de provas no ano passado, por exemplo, ele tinha a opção de fazer por escrito ou online. Depois de todo um trabalho durante o ano, falando sobre meio ambiente, ele escolheu fazer online. E disse: ‘mamãe, eu não vou imprimir, gastar uma folha e energia. Vamos ajudar o planeta’. É algo que fez sentido para ele e, quando faz sentido, tudo muda. Em 2020, eu tenho uma caixinha cheia com essas recordações. Foi muito forte”, emociona-se Nívia.  E nós também.

Saiba mais em:

Escola Integra – www.escolaintegra.com

Instagram: @escola.integra

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